A PRESA
A PRESASabia estar vestida mas sentia-se nua
sua pele nao respirava, adormecida
era como presa ainda que na rua
pois trazia consigo a morte ainda que em vida.
Andava como quem passa
sem ter pernas nem asas
mas quando o vento a abraça
mostra enseadas.
A visão era escura, tenebruosa e sombria
de passos alargados e desconcentrados
sem saber bem por onde ia
caminhava sem olhar para os lados.
Perdida no tempo, espaço e vida
perguntava-se o porquê
de tanto estar decidida
a querer o que ninguém vê.
O que outrora foi ensolarado
hoje o vê escurecido
como um livro que foi amado
e que hoje já está esquecido.
Lá foi ela...
sem ter pernas nem asas
de coxas cansadas
dar ouvidos á chamada vida.
Sem perceber, encontrou-se
ainda que pensasse estar perdida.
Catia Castro
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Espera que continues sempre a escrever nem que por devaneio, limpeza de espírito ou alma. Pois seria uma grande tristeza voltares a perde-lo. Tens muito jeito. Parabéns. Bjs Luisa Eyala
ResponderEliminarEspera que continues sempre a escrever nem que por devaneio, limpeza de espírito ou alma. Pois seria uma grande tristeza voltares a perde-lo. Tens muito jeito. Parabéns. Bjs Luisa Eyala
ResponderEliminarObrigada. Não, agora já não vou parar porque realmente é algo que me faz sentir bem, escrever limpa-me o espírito.bjinhos Luisa
Eliminarestá incrivelmente brutal ;)
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