KARMA

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Levantado e esmagando-me na sua inoçência
com laços e predicados de ofensa
conduz-me no silêncio do grito enforcado
para nada mais que um significado.

Puderas tu ó gente em forma de manhã
vaguear em ondas de te embebedar
para comer caroços de maçã
ou com as minhas pernas caminhar.

Sulcada nessa madrugada de pássaro cansado
ignoro os teus sentidos que a mim foram devolvidos
para caminharem lado a lado
esses que adormecidos, tão logo foram esquecidos.

Devolvi-te a intriga intrigada
na alvorada daquela madrugada
e o silêncio do barulho
que me tinhas oferecido com orgulho.


De Cátia Castro

Katynha

Sempre fui apaixonada por escrita, no entanto, a vida dá voltas por vezes dificeis de contornar, assim me perdi nessas mesmas voltas e por là deixei a caneta e inspiração, mas algo me pediu para que tentasse de novo escrever, ainda que enferrujada, aqui estou eu, não de caneta na mão, mas à procura de inspiração.

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